Práticas educacionais podem ser utilizadas para combater a LGBTQIA+FOBIA em escolas de São Paulo

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Um estudo realizado por Lenilson de Souza Thomaz na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFCLH) da USP investigou as práticas pedagógicas de combate à LGBTQIA+FOBIA em três escolas municipais da zona leste da cidade de São Paulo, especificamente no distrito de Guaianases. A intolerância relativa à pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgênero, queer, intersexuais, assexuais e outras foi o foco da pesquisa. O estudo chamado “Práticas pedagógicas na luta contra LGBTQIA+FOBIA no distrito de Guaianases” foi orientado pelo professor Francione Oliveira Carvalho. Na entrevista de quinta-feira (5 de outubro) para Os Novos Cientistas, Lenilson explicou detalhadamente sua pesquisa e os resultados obtidos nas escolas investigadas. As escolas em questão foram EMEF CEU Inácio Monteiro, EMEF Saturnino Pereira e EMEF Claudia Bartolomazi.

O educador, Lenilson de Souza Thomaz, explicou que sua pesquisa teve como base um referencial bibliográfico composto por autores da pedagogia, do debate de gênero e da temática dos territórios. Ele mencionou também a relevância do programa “Mais Educação São Paulo”, implementado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo em 2014. O objetivo do estudo foi analisar Trabalhos Colaborativos de Autoria (TCA) realizados por estudantes do Ciclo Autoral, que corresponde aos 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de São Paulo. O pesquisador enfatizou a importância da construção de conhecimento a partir de projetos curriculares comprometidos com a intervenção social, destacando a relevância da temática LGBTQIA+FOBIA.

Com Informações Jornal USP

 

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