No “Encontro”, professor trans diz que sala de aula é lugar de diversidade

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Matinal da Globo mostra como doutrinação está arraigada nas escolas

O programa Encontro com Fátima Bernardes, exibido todas as manhãs pela Rede Globo, voltou a defender claramente a aceitação da ideologia de gênero como obrigação por parte dos brasileiros.

Após exibir uma matéria sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de garantir a todos os transexuais o direito de trocarem de nome e gênero na hora que quiserem, foi dada a palavra a um professor ‘trans’.

Nascido homem, Julia Dutra é o primeiro diretor transexual na rede municipal do Rio de Janeiro. Ele afirmou que a decisão do STF foi “uma vitória da militância” LGBT.

Comentando sobre as leis sobre o uso do “nome social”, ele disse que nos últimos anos os LGBT tiveram várias vitórias no campo jurídico, com vários direitos sendo assegurados.

Além de ser diretor, Julia é professor de artes para crianças em outra escola. Contou que trabalha em sala de aula “arte e diversidade”.

“Minha metodologia sempre é voltada para a questão da diversidade. Eu acho que a educação verdadeira ela tem de buscar a formação do ser humano como um todo. Já foi o tempo que educar era matemática e português simplesmente. A gente tem que educar para a igualdade e para o amor”, afirmou, sob aplausos.

Fátima complementou o pensamento, dizendo que “todas as disciplinas deveriam ter essa preocupação”. Ignorando todas as estatísticas sobre educação no país, assegurou que “uma das grandes causas da evasão escolar é o bullying…. De raça e de gênero”.

A psicóloga Viviane Mosé convidada do programa, reafirmou o argumento, defendendo que essa deveria ser a postura de todas as escolas.

Antes do término do bloco, Fátima começou a citar dados sobre a morte de homossexuais no Brasil apresentados por um grupo de ativistas. Segundo ela, uma pessoa LGBT morre a cada 3 dias no país.

Embora haja um movimento muito grande no Congresso Nacional contra o projeto da Escola Sem Partido, que visa justamente evitar que haja doutrinação nas crianças, fica evidente que essa pauta continuará sendo defendida pela Rede Globo, tanto na ficção (novelas) quanto em programa supostamente jornalísticos, como o Encontro. Assista (ou não) aqui.

 

 

https://noticias.gospelprime.com.br/no-encontro-professor-trans-diz-que-sala-de-aula-e-lugar-de-diversidade/

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