Mercado de Trabalho para pessoas trans

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Confira quais os desafios enfrentados e como está o comportamento dos contratantes

Dados levantados pela FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo em 2020, revelou que apenas 13,9% de mulheres trans e travestis possuíam empregos formais. Já entre os homens trans, o percentual foi um pouco maior, totalizando 59,4%. Revelando que em todas as condições a diferença de gênero ainda é alarmante e a desigualdade ainda reflete nos tempos atuais, dentro das companhias.

 

 

Diante deste cenário, empresas como o Reprograma fazem a diferença ao capacitar este grupo minoritário para que possam ingressar no mercado de trabalho formal, executando suas competências.

 

 

Há ainda um projeto de lei (PL 144/21) que possui como objetivo estimular as empresas a contratarem pessoas tans e travestis em troca de benefícios de incentivos fiscais. Empreendimentos com 100 ou mais funcionários devem ter a proporção mínima de 3% de colaborares deste grupo de minorias.

 

 

O mercado de trabalho anda muito concorrido e exigente, mas para as pessoas trans as dificuldades são ainda maiores, visto que a falta de reconhecimento e de visibilidade ainda afetam o comportamento do mercado, interferindo na contratação das mesmas. Muitas empresas estão mudando este comportamento e buscando dispor de um ambiente organizacional inclusivo e acolhedor, valorizando as diversidades.

 

 

 

 

Contratação de pessoas Trans

 

As empresas e os recrutadores devem prestar atenção a alguns detalhes para não errar e causar constrangimentos às pessoas trans, por exemplo, o uso adequado do pronome, se você não tem certeza sob qual usar, o ideal é perguntar a pessoa como ela se identifica e prefere ser chamada.

 

 

O nome social também é outro fator essencial. O profissional de RH por ter acesso aos documentos dos funcionários, acaba por saber seu nome, mas como alguns documentos de identificação não possuem a informação do nome social, o ideal é ouvir como a pessoa se apresenta e respeitar sua vontade.

 

Leia também: Como funciona a aposentadoria para transexuais?

 

No momento da entrevista, julgamentos a respeito da mudança de sexo não devem fazer parte do roteiro, muito menos de aparência, evite julgamentos. Apenas questões ligadas às competências profissionais devem ser abordadas.

 

 

A conscientização dentro da empresa deve ser constante e para todos, pois caso contrário, a pessoa trans contratada, viverá em um ambiente hostil e desagradável, o que não contribui em nada para seu crescimento profissional, muito pelo contrário, só acarreta ainda mais transtornos e complicações para estes profissionais.

 

 

 

 

 

 

 

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