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Mulheres contra o DST e a Aids

17/01/2012:

 

Lésbicas, Mulheres Bissexuais e Mulheres que Fazem Sexo com Mulheres (MSM)

 

Em termos sociais e culturais, a sexualidade das mulheres é invisibilizada e, em geral, baseia-se em padrões heterossexuais e reprodutivos. A vulnerabilidade ao HIV e às DST das mulheres lésbicas, das que fazem sexo com mulheres e das bissexuais está assentada na invisibilidade, no preconceito e na discriminação em relação à lesbiandade e em suas implicações no que se refere às políticas públicas, aos serviços e práticas de promoção e atenção à saúde e à prevenção de doenças e agravos.

 

A agenda afirmativa dessas mulheres propõe a produção de conhecimentos clínicos, sociais e epidemiológicos, a pesquisa sobre novos insumos e metodologias de prevenção, bem como a formação inicial e continuada de profissionais para a oferta de atenção integral e equânime nos serviços de saúde, numa perspectiva de gênero e orientação sexual.

 

Saiba mais sobre o contexto de vulnerabilidade desse segmento

 

Ações Estratégicas:

 

1. Incentivo a pesquisas científicas e tecnológicas para produção de conhecimento sobre a saúde das lésbicas, mulheres bissexuais e outras mulheres que fazem sexo com mulheres que demonstrem as especificidades de agravo à saúde das lésbicas, mulheres bissexuais e outras MSM em relação às DST/HIV/Aids e hepatites virais.

 

2. Incentivo à produção e ao desenvolvimento de novos insumos de prevenção para DST/HIV/Aids e hepatites, para lésbicas, mulheres bissexuais e outras MSM;

 

3. Desmistificação da crença da “não vulnerabilidade” das lésbicas, bissexuais e outras MSM às DST/HIV/Aids;

 

4. Inclusão de temáticas relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero, nos boletins informativos e nas páginas eletrônicas das entidades de classe que compõem a equipe multiprofissional, dos programas de saúde, das entidades governamentais e da própria rede de movimentos sociais;

 

5. Qualificação de serviços de saúde para incorporar as especificidades das lésbicas, mulheres bissexuais e outras MSM, nas ações de aconselhamento dos Centros de Testagem e Aconselhamento, Serviços de Atenção Especializada e serviços de referência para testagem de DST/HIV/Aids e hepatites virais;

 

6. Inclusão da variável orientação sexual/identidade de gênero nos formulários oficiais da rede de serviços de saúde, principalmente os referentes à colpocitologia oncótica, colposcopia e demais exames ginecológicos e para DST.

 

7. Implementação da política nacional de reprodução humana assistida no SUS, abrangendo lésbicas, mulheres bissexuais e outras MSM, que inclui reprodução assistida (independente da situação de conjugalidade);

 

8. Proposição da inclusão da temática de gênero, identidade de gênero e orientação sexual, direitos sexuais e direitos reprodutivos, nos processo de educação permanente das equipes multiprofissionais, no nível estadual e municipal.

 

9. Incentivo às estratégias de enfrentamento à lesbofobia para a promoção da saúde;

 

10. Capacitação da rede de atendimento à mulher vítima de violência, com recorte na temática de orientação sexual e identidade de gênero;

 

11. Implementação da Lei Maria da Penha para a proteção dos direito das mulheres em situação de violência.

 

 

Mais informações Acesse

 

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