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Liberais australianos tentam ultrapassar diferenças sobre casamento gay

08/08/2017:

 

O primeiro-ministro australiano procura um entendimento que reforçe a sua liderança

STRINGER/REUTERS

 

 

O partido que lidera a coligação de Governo dividido em relação ao casamento homossexual. Um acordo sobre o assunto é visto como necessária prova de força para consolidar a autoridade do primeiro-ministro Malcolm Turnbull

 

Mafalda Ganhão 

 

Numa tentativa de resolver as divergências internas em relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, o partido que governa a Austrália realiza esta segunda-feira uma reunião especial. Um acordo entre os liberais, que lideram a coligação no Governo, é visto como uma necessária prova de força para o primeiro-ministro, Malcolm Turnbull.

A realização de um referendo popular sobre o projeto de lei para legalizar o casamento gay foi uma das promessas da coligação conservadora, eleita em julho de 2016. Mas o Senado opõe-se à realização do plebiscito, pelo custo envolvido de quase 108 milhões de euros, e pelo facto de o seu resultado poder ser ignorado pelos deputados no Parlamento.

Para o senador liberal Dean Smith, autor do projeto de lei para permitir o casamento homossexual, “é altura de ultrapassar a questão de uma vez por todas”. Smith, homossexual, mas que se opôs à legalização da união entre pessoas do mesmo sexo quando foi nomeado, em 2012, pretende agora que os liberais tenham liberdade de voto, para votarem de acordo com as suas consciências e não em função da posição oficial do do partido.

O tema tem gerado intensa discussão, com os opositores do projeto de lei, como o ex-primeiro-ministro Tony Abbott, a argumentar que o Governo deve manter a promessa eleitoral de não alterar a legislação sem realizar um referendo. Há também quem tenha defendido que este se realize por correio, o que seria mais barato, mas esta hipótese requer também a aprovação do Senado, pouco provável. Certo é que os apoiantes de Smith podem apresentar o projeto de lei no Parlamento ainda esta semana, e independentemente da decisão política que os liberais tomem esta segunda-feira.

A coligação de Turnbull, com os partidos Liberal e Nacional (centro-direita) tem uma maioria de um deputado só, o que pode deixar o Governo impotente para bloquear a aprovação da lei, caso alguns legisladores ignorem a posição do partido no poder em relação a esta matéria.

O primeiro-ministro apoia o casamento gay e de início esteve contra o referendo. Mas aceitou mantê-lo como condição prévia para alterar a lei, num acordo com estabelecido com a ala mais conservadora do seu partido, quando substituiu Abbott como chefe do executivo, em setembro de 2015.

 
 
 
http://expresso.sapo.pt/internacional/2017-08-07-Liberais-australianos-tentam-ultrapassar-diferencas-sobre-casamento-gay

 

 

 

 

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