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Carnaval, paquera, gays e gandhys

19/02/2015:

 

Foi-se o tempo em que o carnaval era uma festa que rendia muitos paqueras para as mulheres. Se algumas sofriam pelo fato de precisar desviar dos beijos roubados, dos abraços inesperados e por ter que administrar os cinco peguetes que conheciam em uma mesma noite, hoje lembram disso e acrescentam a legenda “eu era feliz e não sabia”.

 

Senhoras e senhores, o carnaval não é mais o mesmo! Na real, a festa momesca só mostra, de forma mais clara, o que vem acontecendo. Se antes aqui eram 9 mulheres para um homem, agora são 9 mulheres e um gay, todos em busca de um homem.

 

Fui alguns dias para a folia e a quantidade de homens se beijando que vi, me fez pensar que o fim da fila é mais distante do que imaginávamos. E o pior é que estamos perdendo os melhores, minha gente! É cada homem lindo indo para o outro lado que dá uma dor no coração feminino.

É bom que fique claro que a questão aqui não é homofobia. Não tenho nenhum preconceito e acho lindo os meninos se beijando. Estou apenas falando de inveja (confesso!) e concorrência. Isso é bem diferente.

A única coisa que me irrita são os que não sabem o que querem e ficam enganando a mulherada. Na verdade sabem, só não tem coragem de assumir… botar a cara no sol. Mas basta você observar de uma forma mais minuciosa o comportamento do rapaz e as fotos que o moço curte no instagram, para descobrir o que ele quer e não tem coragem de contar.

 

Mas voltando ao carnaval, além dos gays, tem aqueles malhados, maníacos pela forma física e adoradores do próprio corpo que se curtem tanto a ponto de só se preocuparem em tirar a camisa e mostrar o corpo esculpido. Não entendo muito isso… na certa fazem algum tipo de contato tântrico.

E já que estamos falando de homens no carnaval, não podemos esquecer a magia do tapete branco que invade a avenida: os gandhys.

Reza a lenda que um gandhy tem poder de seduzir apenas por estar vestido com aquela roupa, aquele turbante… que as mulheres enlouquecem ao ganhar um colar e devolver um beijo e que aquela alfazema embriaga qualquer coração.

Porra nenhuma!

 

Que me perdoem as exceções, mas o que a gente vê por aí é uma coisa bem diferente. Por acreditarem nesse “poder de sedução” que acham que tem, nos deparamos com certos gandhys mal educados, inconvenientes, sujos e molhando todo mundo com aquela alfazema que eles acham cheirosa, pensando que podem pegar a mulher que quiser. Me poupe!

É claro, que vez ou outra temos a sorte de encontrar um gandhy educado, cheiroso e que você daria até seu anel da Rommanel em troca de um colar. Mas não se animem! No meio daquela ruma de homem, só uns 10% entram nessa conta.

E aí que tirando os gays, os malhados que se bastam, os gandhys e os cordeiros (porque estão ocupados), não sobra muita coisa.

Olhando lá de cima de um camarote o que acontece, dentro e fora dos blocos, a situação é essa… e dentro do camarote também não é diferente. São 930 casais, 720 gays e 30 héteros solteiros disputados por 3.698 mulheres solteiras. (números fornecidos pelo lizbope, mas tem aquela margem de erro e tal…)

Pois bem, se você curte a folia, aproveite para se divertir, mas não aposte tanto naqueles amores de carnaval que existiam até pouco tempo atrás.

Com a concorrência acirrada que enfrentamos, já estaremos no lucro se quando acabar a festa ganharmos para o lado de cá, alguns que estavam indecisos.

Cabe acrescentar que, independente, de sairmos perdendo com a baixa nos nossos estoques, “consideramos justa toda forma de amor”.

 

 

Fonte: http://www.ibahia.com

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