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Autores pedem calma à população

17/01/2008:

RENATA MEDEIROS
ESPECIAL PARA O TEMPO

Em 2005, cerca de 19 mil pessoas nos Estados Unidos foram infectadas pela bactéria Staphylococcus aureus, resistente à meticilina. Pesquisadores, no entanto, pedem calma à população e dizem que a doença pode ser evitada e tem cura. Em entrevista exclusiva a O TEMPO, os cientistas criticaram o tom da matéria do "The New York Times", que atribuiu a doença aos homossexuais, e destacaram que a MRSA não se restringe a um grupo de pessoas.

Pesquisas que envolveram a Staphylococcus aureus aconteceram nas cidades de São Francisco e Boston. Na primeira, nove hospitais e 183 pessoas de diferentes idades, sexo e opção sexual infectadas participaram. Porém, um fato chamou a atenção dos pesquisadores. O número de pessoas que tinham a doença em Castro, bairro onde a população é predominante gay, apresentou um número maior de pacientes. Em Boston, 130 pessoas foram acompanhadas, todas do sexo masculino e homossexuais. De acordo com o doutor da Universidade da Califória, Binh An Diep, que conduziu o estudo, o fato criou a ilusão de que essa é uma doença que afeta somente esse grupo. "Essa doença afeta o homem e a mulher, o adulto e a criança, o rico e o pobre." Outro pesquisador, Loren Miller, da mesma universidade, elucida que não há uma resposta concreta, mas existem hipóteses que explicam uma proliferação maior entre os homens gays. Uma delas é o comportamento sexual desse grupo, o próprio contato corpo a corpo, já que a doença, além de transmitida por relações sexuais, pode também ser contraída no contato pele a pele.

Diep critica o artigo do "The New York Times", dizendo que não é hora para alarde. "O momento não é para ter medo, mas sim para se prevenir", conclui.

O TEMPO

 

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