Escultura celebra 40 anos da luta LGBT em novo documentário da National Geographic

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Rangel Querino

O uso da tecnologia para potencializar um projeto artístico e contribuir para suavizar a brutalidade de uma grande megalópole foi o desafio proposto pela National Geographic e a Intel a quatro artistas da cena paulistana. Com máquinas equipadas com processadores e sistemas de última geração os interventores da cidade de São Paulo conseguiram desenvolver grandes projetos com agilidade e qualidade. 

O resultado é o documentário “Hack The City”, que terá quatro episódios disponível no YouTube da National Geographic, e aberto ao público desde o último dia 12. 

As obras ficarão expostas por volta de seis meses em diferentes locais de São Paulo que concentram grande circulação de pessoas. São elas um retrato gigante no icônico Minhocão, uma pista de skate em Paraisópolis, uma instalação de iluminação no viaduto Júlio de Mesquita Filho e um mobiliário interativo na praça Dom José Gaspar. 

O designer e arquiteto Guto Requena instalou na praça Dom José Gaspar, na região da República, a escultura “Meu coração bate como o seu”, que é um memorial para os 40 anos de ativismo LGBT. Composto por um mobiliário urbano interativo, a criação conta com caixas de som internas que tocam trechos de depoimentos de ativistas da causa e pessoas comuns, além de luzes que pulsam no ritmo dos batimentos cardíacos desses ativistas. Para quem quiser participar da instalação, depoimentos de até três minutos podem ser enviados pelo Whatsapp. 

A fotógrafa, jornalista e artista multimídia Raquel Brust criou a obra intitulada “Giganto”, um painel gigante em um dos edifícios que permeiam o elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como Minhocão, entre o centro e a zona leste. A obra “conversa” com o público por meio do olhar de uma mulher de origem árabe, protagonista do retrato. 

 

Observatório G

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