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A Revolução do amor (A ÚNICA!)

09/08/2012:

 

Ricardo Rocha Aguieiras

 

Há na História da Humanidade um monte de revoluções, um monte. Eu aplaudo a maioria delas. Revolução é comigo mesmo… risos… No entanto, existe uma única que se estabelece pelo Direito de Amar: A Revolução homossexual, hoje, mais inclusiva, chamada de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).

 

Senão, vejamos:

 

Se analisarmos apenas o Brasil, temos 112 Direitos que são negados aos LGBT’s, em comparação aos heterossexuais, na nossa belíssima Constituição. Sim, nossa Carta Magna é linda, abrangente, muito bem feita e poética, até. Todos e todas deveriam a ler e reler. E todos os 112 podem ser resumidos a um só : O Direito de Amar.

 

Outros movimentos sociais e revoluções podem até incluir o amor, em muitas delas, mas o mote era outro: Negros lutaram e lutam por igualdade com brancos, feministas por igualdade com homens, operários por melhores condições de vida, salário e trabalho, índios por respeito às suas terras e condições… Somos, sim, a única luta no mundo que é pelo amor.

 

E isso é uma honra. É mais um motivo para nos orgulharmos. Num futuro não tão longe, historiadores e cientistas sociais vão se debruçar sobre nossa luta, assombrados com o inusitado, como algo que deveria ser tão básico, o amor, pode ter mobilizado tanta gente? Como? Não podemos casar. E o que é o casar, senão a união de seres que se amam? Não podemos adotar, e o que é adoção senão dar amor a quem inicia a sua vida? Não podemos andar de mãos dadas pelas ruas, sem sermos ameaçados, mas o que é afeto, senão…amor? Cada um dos 112 direitos, cada um, quer dizer somente uma coisa: amor.

 

Até mesmo, se pensarmos no individual, você poder expressar livremente o seu jeito e forma de ser, os seus desejos é felicidade. E felicidade é amor em estado puro. Ser invisível é ser infeliz! Num mundo utópico deveria ser proibido não amar. E todas as utopias são belas. Quando amamos, entramos no outro ou da outra e entregamos nosso melhor eu, inteiro. Dói-me muito perceber que há pessoas que insistem e persistem em seus medos e atravessam a vida toda sem amar. Como isso me dói! Parece que, a despeito dos poetas e poetisas, a despeito das canções e dos livros, sempre haverá os que se negarão a amar… E, “explicavelmente”, são os mesmos que negam nossos direitos. E cerceados, cerceiam.

 

 

No futuro, quando não existir mais a dor de não ser, quando o Amor for reconhecido como o maior Direito Humano e quando tudo como um moto contínuo retornará ao amor, nossa Revolução LGBT será compreendida como a maior de todas. A maior de todas as revoluções, a única revolução que foi por amor.

 

Aqui, uma análise do advogado e militante Carlos Alexandre Neves Lima, sobre os 112 Direitos que nos são negados:

 

http://carlosalexlima.blogspot.com.br/2010/08/uma-rapida-revisao-dos-direitos-que-sao.html

Aguieiras2002@yahoo.com.br

 

 

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