Casal de lésbicas entram para a história com primeira gestação compartilhada

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A ciência está cada vez mais evoluída e um casal de lésbicas fizeram história ao serem as primeiras a gerarem juntas o mesmo bebê. Através de um método inovador, as texanas Ashleigh e Bliss Coulter puderam ter participação direta na maternidade de seu filho, que recebeu o nome de Stetson.

A ciência está cada vez mais evoluída e um casal de lésbicas fizeram história ao serem as primeiras a gerarem juntas o mesmo bebê. Através de um método inovador, as texanas Ashleigh e Bliss Coulter puderam ter participação direta na maternidade de seu filho, que recebeu o nome de Stetson.

Leia mais: Congelamento de óvulos: como funciona e por que a idade é importante

A técnica é chamada INVOcell, que basicamente a união da fertilização in vitro (FIV) e inseminação intra-uterina (IIU). Os cientistas fertilizaram o óvulo de Bliss com o esperma de um doador, implantando o embrião em seu útero.

O esperma e o óvulo são colocados em uma cápsula que, posteriormente, foi inserida na vagina de Bliss. Os médicos então inseriram um diafragma para garantir que os óvulos e espermatozoides permanecessem no lugar, enquanto o calor natural do corpo de Bliss criava o ambiente certo para que um embrião fosse criado dentro dela.

Após cinco dias, eles retiraram o frasco para conferir se o embrião havia se formado e o introduziram no útero de Ashleig, que havia sido condicionado com os níveis corretos de revestimento e hormônio para abrigar um embrião de cinco dias de idade.

Ela foi quem carregou o feto durante os nove meses de gravidez, tornando as duas mães legítimas do pequeno Stetson. “Bliss conseguiu carregá-lo por cinco dias e foi uma grande parte da fertilização, e então eu o carreguei por nove meses. O fato de nós duas estarmos envolvidas tornou a experiência realmente especial para nós”, disse Ashleigà WFAA.

Lésbicas realizam gestação compartilhada – Reprodução/Instagram @ashleigh.coulter

Embora a técnica tenha sido usada por lésbicas, também é possível ser aplicada em casais heterossexuais. A única diferença seria que, uma vez que o embrião é criado dentro do frasco, no calor natural da vagina, os cientistas teriam que implantá-lo no útero da mesma mulher, garantindo que estivesse no lugar correto para se transformar em um feto.

De acordo com especialistas, esse método pode ser mais eficaz do que a fertilização in vitro tradicional, pois a fertilização dentro do corpo pode ser um ambiente melhor para criar um embrião do que usando uma incubadora em laboratório. No entanto, essa teoria não é totalmente apoiada por pesquisas científicas.

Br, Vida-estilo.yahoo

 

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