2º concurso Miss Gay de Marília tem inscrições abertas

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Podem se inscrever jovens de 18 a 30 anos e serão eleitos vencedores de três categorias.

Por Prefeitura de Marília

stão abertas até dia 23 de maio as inscrições para o concurso Miss Gay 2018 de Marília. Organizado pelo coletivo Arco-Íris e apoio da Secretaria Municipal da Cultura, o evento tem o objetivo de valorizar e dar visibilidade à beleza da população LGBT.

Podem se inscrever jovens de 18 a 30 anos e serão eleitos vencedores de três categorias:

  • Miss Gay (transformistas), que são os homossexuais que se transveste com a finalidade artística;
  • Miss Trans, pessoas que fazem o uso de hormônio e mudanças corpóreas;
  • E Mister Gay, homens que se autoafirmam como homossexuais.

O concurso acontecerá no dia 6 de julho no teatro municipal e o vencedor de cada categoria receberá a premiação no valor de R$ 500, faixa e coroa.

A ficha de inscrição está disponível no blog da Secretaria da Cultura, devendo ser encaminhada para o e-mail: missemistergmarilia@gmail.com.

Os interessados podem ainda obter mais informações na Secretaria da Cultura (14) 3402-6600, com Luciana.

Visibilidade T

Mês de maio é o mês de comemoração da visibilidade T e a Secretaria da Cultura, por meio de coletivos LGBTs, promove ações afirmativas de 1º de maio até 8 de junho, realizando exposições, cinema, encontros e concursos de beleza Miss Gay, com objetivo de trazer a visibilidade e o combate à homofobia a uma população que sofre preconceitos e violências no diz respeito ao acesso no mercado de trabalho, à política pública, educação e à saúde.

O secretário municipal da Cultura, André Gomes, reforça a necessidade de se pensar ações de combate ao preconceito e tornar os direitos à cidadania LGBTs como realidade concreta e dever do estado e da sociedade, assim como garante Constituição.

“Estas parcerias com entidades LGBTT contribuem para o avanço das políticas públicas, principalmente do nosso município, por isso se faz urgente. Enquanto esta população vem sendo morta e excluída de seus direitos, sofrendo ataques de violência por conta da ignorância humana, o poder público, através da cultura, cumpre papel social de educação e humanização destas relações através de ações”, disse o secretário.

“Devemos nos humanizar e acabar com a cultura do ódio, da violência e do medo. Vivemos em uma época que devemos fazer justiça, devemos falar mais, e nos auto afirmar, para promover mudanças ousadas na sociedade e em busca de uma sociedade humana e democrática. Essas parcerias são bem vindas, fazendo com que todo conjunto da sociedade possa refletir e conviver respeitando toda a diversidade sexual. Isto é cidadania e inclusão”, comentou Jeferson Martini, do coletivo Arco-Íris.

Outras programações

Abrindo o mês da visibilidade T, a biblioteca municipal, até 30 de maio, conta com a exposição “História do Movimento LGBT em Marília” com fotografias dos fotógrafos Lorenzo Cunha, Marcos Piva e Gui Paiva contando a história do movimento LGBTT de Marília, 1ª Parada da Diversidade junto com a corte, madrinha Chris Zanelatti, Princesa Dani Glamour, e acervo pessoal relacionadas às primeiras drags de Marília, como famosa Barbarela e Serena, além de obras literárias e filmes relacionados ao tema.

O coletivo Arco-Íris promove ainda uma série de palestras de 14 a 18 de maio, na Semana de Luta contra a Homofobia. Para acessar a programação completa acompanhe a página no perfil do Facebook do Coletivo Arco-Íris Diversidade Marília.

Parceiro da Semana de Luta, a Defensoria Pública (na Av. Sampaio Vidal, 132) realiza dia 17 de maio mutirão gratuito de retificação de nome e sexo, com distribuição de senhas das 8h até as 9h30.

No dia 6 de junho, haverá Miss Gay 2018 no Teatro Municipal de Marília, a partir das 19h, entrada gratuita com 1 kg de alimento.

E no dia 8 de junho, a Sala Municipal de Projeção “Emílio Pedutti Filho” (Av. Sampaio Vidal ,245-piso superior, entrada pela Av. Rio Branco) apresentará gratuitamente, às 20h, a Sessão Ponto MIS com o documentário Divinas Divas.

As Divinas Divas são ícones da primeira geração de artistas travestis no Brasil dos anos 1960. Um dos primeiros palcos a abrigar homens vestidos de mulher foi o Teatro Rival, dirigido por Américo Leal, avô da diretora. O filme traz para a cena a intimidade, o talento e as histórias de uma geração que revolucionou o comportamento sexual e desafiou a moral de uma época.

https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/especial-publicitario/prefeitura-de-marilia/noticias-de-marilia/noticia/2-concurso-miss-gay-de-marilia-tem-inscricoes-abertas.ghtml

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